junho 21, 2007

No meu último dia de férias...

...aproveitei para fazer asneira, e enquanto estava toda contente a gabar-me que já consigo limpar a casa-de-banho em menos de meia hora, por acidente derramo metade de um frasco gigante de amaciador dentro da despensa...e por consequência, dentro de tudo o que a despensa alberga...

...detesto ser desastrada!

junho 07, 2007

Para o fim-de-semana

Gostava de ir, mas ainda não me consegui convencer a mim própria a dar €45 por um dia ou €90 por dois. Que alguém me diga que o Billy Corgan está completamente decadente e que os irmãos White ou marido e mulher ou lá que raio é não dão uma para a caixa ao vivo...


Zero à esquerda?

Quando me prometem coca-cola com zero calorias, mantendo o sabor original, o primeiro pensamento que me ocorre é que me parece que ele há coisas boas demais para ser verdade. A publicidade é boa, muito boa mesmo. Enquanto que a coca-cola light - yuck! - sempre teve como target as meninas, esta Zero, num preto e vermelho minimalistas muito cool, é pró menino. E os meninos, a publicidade quer-nos fazer acreditar, são clientes mais difíceis. É mais complicado convencê-los, o velho "bebe lá isto que ao menos não ficas gordo que nem um texugo ficas lindo e maravilhoso" não funciona com eles, precisam de mais e melhores estímulos. O mundo da públicidade ao que parece opera ao contrário do mundo dos relacionamentos - elas são básicas e fáceis, enquanto que eles são complicados e difíceis. Mas adiante. A publicidade é boa, ao mais alto nível coca-cola, que a bem da verdade já andava a descambar há uns tempos (podem vê-la aqui, aqui e aqui, por exemplo).


Eu vi a publicidade muito antes de provar a Zero pela primeira vez, no fim-de-semana passado. Uma amiga já me tinha avisado que era publicidade enganosa, que, dizia ela, a Zero sabe é a Pepsi. Essa tinha piada, pensei eu, tantos anos de anúncios Coca-cola vs. Pepsi e agora que vai de lá lançam um produto sob o mote isto-sabe-mesmo-igual-ao-original, pimbas, sabe a Pepsi.

Não, a Zero não sabe a Pepsi. Mas saberá então a coca-cola original? Pois... não. Certo, não é tão horrível quanto a Light, e o "sabor base" até está lá. Mas é uma versão mais aguada do original, com o inequívoco sabor enjoativo e agudo do adoçante como nota de fundo. É bebível, completamente, e se nos sentirmos melhor a ingerir um monte de químicos em vez de um monte de açucar - que é o meu caso muitas vezes - a Zero serve.

No entanto a realidade da coisa confirma-se, e é como tudo na vida: não há como o original, por mais que se queira arranjar atalhos fáceis.

maio 31, 2007

Sim, estou viva

mas just. Se alguém souber de uma bruxa boa e barata, faça-me chegar o contacto, ok?

maio 17, 2007

Directamente para África


FYI, chama-se Jensen Ackles. Não que isso tenha o menor interesse, claro.

maio 13, 2007

I wanna have your babies... Juro!

Hoje tocaram à minha campainha algo insistentemente três vezes seguidas. Não levantei o rabo do sofá. Não me apetecia e acabou, é Domingo, estava a chover, havia que ver na televisão, estava de chinelos, sei lá - não me apeteceu.

Mas agora começo a pensar que foi lá para a hora do "Prison Break"... Ó meu deus, e se era o Wenty a pedir guarida??

Que o santíssimo me perdoe o sacrilégio e MO MANDE DE VOLTA! Logo em dia de Nossa Senhora de Fátima..!

Mas se já não der jeito, eu não me importo de trocar, sei lá, pelo Rodrigo Santoro. Ou pelo outro brasileiro que era casado com a jornalista cinquentona cujo nome nunca me lembro porque é esquisito. Ou o tipo daquela série dos irmãos que caçam fantasmas cujo nome desconheço. Como vês, não sou esquisita.

Incoerência #2

Não consigo parar de ouvir a nova da Natasha Bedingfield... "I wanna have your babies".



Mas repito continuamente a mim própria que é pelo valor de ironia. E mai nada.

*Suspiro* #1

No escritório às 19.30...

Chefa da C.: Ontem saí daqui às 11 da noite, eu tenho que me ir embora... Daqui a nada os meus filhos matam-me. Já nem nunca os vejo!
C.: Daqui a nada não tenho filhos nunca.

E não, não é que o meu relógio biológico esteja a acelerar nem nada que se pareça, mas facto é que cada vez que penso na vaga e distante possibilidade de ter filhos, gela-se-me o sangue nas veias. A minha chefe tem 60 e poucos anos, e com a distância que a passagem dos anos garante, acha que até era mais difícil ter filhos lá em mil-novecentos-e-troca-o-passo quando ela os teve. Já nem discuto isso com ela, porque o pior cego é mesmo o que não quer ver. Para além dos salários baixos mesmo para quadros técnicos e especializados, as taxas de juro altíssimas, os infantários, creches e colégios mais caros que faculdades privadas e o trânsito louco que consome cada vez mais horas do dia, ainda temos que lidar com novas realidades sociais, como não ter avós onde deixar os putos porque as avós de hoje-em-dia trabalham como nós. Pergunto-me como é que a classe média se conseguem aguentar com um ou mais filhos - sim, porque para quem tem dinheiro a situação está até cada vez mais fácil. Na grande maioria dos casos, com grande espírito de sacrifício, não só por parte dos pais mas também dos filhos, que nem sequer sabem o que é que estão a perder. Ficam na creche das 8 e meia da manhã até às 7 e tal da noite ou até que a mãe ou o pai os consigam ir buscar, e depois quando chegam a casa têm que aturar dois progenitores que sem dúvida só os devem querer enfiar na cama entre dois berros acumulados do dia passado a ouvir berrar o patrão, para ver se finalmente têm algum sossego e descanso.

Perdoem-me (ou não), mas para mim isto não é vida. Podem repetir-me até à exaustão que o amor dos filhos e de um companheiro acertado fazem tudo valer a pena, mas por enquanto pelo menos não me conseguem convencer. Tanto por mim como pelos filhos que se calhar nunca terei.

maio 12, 2007

Consumismo desenfreado

Visitar qualquer loja Sanrio dá nisto: acabo sempre por comprar porcarias inúteis mas que são lindas de morrer, tipo isto...

HelloKitty IceTray

Mas lá que os meus refrescos vão ficar muito mais fofinhos, vão...

maio 05, 2007

Qual é coisa, qual é ela...

Quem é que consegue descobrir o que há de errado neste pacote de açúcar?

Pacote de açúcar

maio 02, 2007

Constatação #1

As gajas que se queixam que não gostam de trabalhar com mulheres porque elas são de trato mais difícil que os homens conseguem ser as maiores cabras à face da terra. Particularmente para com as outras mulheres.

abril 29, 2007

Detesto, detesto, detesto


Aspirar...

abril 28, 2007

No frio...

abril 25, 2007

δειξις

GALLIMARD: [...] it's the first time I've seen the beauty of the story.
SONG: Really?
GALLIMARD: Of her death. It's a... pure sacrife. He's unworthy, but what can she do? She loves him... so much. It's a beautiful story.
SONG: Well, yes, to a Westerner.
GALLIMARD: Excuse me?
SONG: It's one of your favorite fantasies, isn't it? The submissive Oriental woman and the cruel white man.
GALLIMARD: Well, I didn't quite mean...
SONG: Consider it this way: what would you say if a blonde homecoming queen fell in love with a short Japanese businessman? He treats her cruelly, then goes home for three years, during which time she prays to his picture and turns down marriage from a young Kennedy. Then, when she learns he has remarried, she kills herself. Now, I believe you would consider this girl to be a deranged idiot, correct? But because it's an Oriental who kills herself for a Westerner - ah! - you find it beautiful.

in M. Butterfly, Act I, scene 6, HWANG, David Henry, Dramatists Play Service Inc., New York, 1988


A perspectiva definitivamente não é um lugar estável. O que achamos que sabemos acerca dos outros também não. Deveriamos lembrar-nos de ambos estes factos mais frequentemente.

abril 19, 2007

O que eu tenho de aturar...

Na loja do Inferno...

cliente: Este candeeiro...existe em mais cores?
eu: Não, só existe em preto.
cliente: Não tem em branco?
eu: ...só comercializamos em preto.
cliente (quando eu já me estava a ir embora): Será que não há mesmo em branco?
eu: Se só existe em preto...é porque não há mais nenhuma cor!

...o melhor de tudo...é que eu acho que ela não ficou lá muito convencida de que o candeeiro só existia em preto!

abril 15, 2007

E o prémio "Descobria-te as Cicatrizes" vai para...

Wentworth Miller. Até lhe perdoamos o nome. Com aquelas mãos, não sei o que não se lhe perdoaria... Wenty, podes esconder-te em minha casa o tempo que quiseres, tá?

abril 13, 2007

Oh não...

Eles voltaram à carga...

abril 12, 2007

Se alguém lhe oferece flores, é porque é Impulse!

Estão a ver, eu estou tão velha, tão velha, tão velha que me lembro de slogans com esta complexidade...e profundidade!!

...e também me lembro da pasta medicinal Couto, se quiserem saber!

abril 11, 2007

Pelo menos não gasto dinheiro #1.5

Pelo que se vê nas lojas, este ano a moda é fantástica para se estar grávida. Ou gorda. Ou ambas.

abril 10, 2007

Já dizia a minha Avó

"Matem-se, esfolem-se, mas não se magoem".